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Sexualidade PDF Print E-mail

É nosso desejo que esta informação chegue a todos aqueles que, por alguma razão, não têm condições de participar nos nossos trabalhos. Convém relembrar, porém, a razão fundamental que deve presidir ao investimento que você possa vir a fazer nesta e em outras matérias, que costumamos divulgar e sugerir. Por favor, leia o que se segue, antes de consultar o que lhe propomos mais adiante:


 

É indisfarçável que a civilização humana deste planeta está a experimentar um desafio de transformação (crise) sem precedentes. O facto de os próprios políticos – sempre tão preocupados em transmitir uma imagem rosada da situação – reconhecerem que assim é, prova que estamos diante de um desafio ao qual convém prestar atenção. A solução, porém, não está escondida dentro do que criou a própria crise. Por isso parece ser tão difícil encontrar soluções que não pareçam paliativos. A solução para este desafio de crescimento, assim como para qualquer outro, está num plano superior àquele onde a crise ocorre. Logo, há que lançar o olhar para horizontes um pouco mais abrangentes. É preciso estar preparado para os «novos tempos», para um novo tipo de sociedade, que requer outra postura a todos os níveis. Essa nova postura, porém, não se consegue sem uma alteração profunda nos padrões de pensamento e de comportamento, assim como na forma como lidamos com os nossos sentimentos e emoções. É um desafio tremendo, uma vez que não temos noção de como estamos condicionados por factores do nosso passado, recente e remoto, e pelas premissas da sociedade, na sua maior parte dramaticamente distorcidas. A questão desagradável, é que essa adaptação não for feita, o organismo poderá não conseguir suportar a mudança vibracional da qual decorre toda esta conjuntura. A origem da crise não está no plano social, económico, financeiro, ou político; a origem encontra-se numa alteração vibracional planetária. É difícil reconhecer que assim é, porque não fomos educados para ver as coisas sob esse prisma; julgamos que tudo o que existe é o que os nossos olhos vêem e, portanto, como vemos o que se passa à nossa volta e o que nos transmitem os noticiários, somos forçados a concluir que a origem da confusão que vai por aí está no plano social, económico, financeiro e político. Mas isso é arranhara a superfície; se pesquisar um pouco mais fundo, verá que a coisa provém de outras origens. Mas as vozes que assim avisam não são reconhecidas nem apoiadas, antes são tidas, normalmente, por alucinadas, transviadas, idealistas, etc. Mas não há pior cego do que aquele que não quer ver. Se a mudança, em vez de assentar na vibração, assentasse na natureza da atmosfera que respiramos, facilmente se reconheceria ser imperioso adaptar os pulmões à nova composição gasosa, sob pena de, em breve, estarmos a sofrer graves problemas respiratórios. Todavia, por falta de hábito e reconhecimento científico, tudo o que remete para «energias», «vibrações» e «frequências» é tido como desprezível e descartável pela sobranceria bacoca dos poderes instituídos e pela maioria dos «sacerdotes» da Ciência. Contudo, não temos qualquer pejo em dizer que muitas das situações desvairadas que vemos por esse mundo, decorrem do facto de todos os seres humanos estarem a ser sujeitos a uma «limpeza» profunda dos seus «fantasmas» internos, os quais, uma vez acordados do seu sono milenar, se transformam, muitas vezes, em forças terríveis que desvairam o seu «hospedeiro». Qual a razão disto? Ninguém ascende, para a nova condição que se aproxima, carregado de lixo! E quando esse lixo surge à superfície, como está a acontecer cada vez de forma mais dramática e terrível, nem o aspecto nem o cheiro são agradáveis. Quanto às consequências, elas aí estão, à frente dos nossos olhos, para quem queira ver. O problema é que quem tem a responsabilidade de velar pela saúde pública tem a sua mentalidade estacionada num patamar de consciência pouco menos que medieval. ... Assim, tudo o que se propõe nesta página visa especificamente a área da sexualidade… que, como se julga, não tem a ver exclusivamente com a prática sexual. A sexualidade é a manifestação da energia da Criação, que pode manifestar-se de inúmeras formas diferentes… e até na prática sexual. Por isso, o que se aqui se propõe é para todas as pessoas, seja qual for a idade, estado civil, condições de vida, etc. Para outro tipo e matéria veja os botões «Na Prática», «Apoio para todos» e, também, a «Agenda de Trabalhos». Passemos, então, ao que nos trouxe aqui:

 

Textos de apoio:

Código da sexualidade

Para as mulheres

Para os homens

O desencontro entre homens e mulheres

Sobre a homossexualidade

Sobre o aborto

 

Propostas de prática:

Exercício da teia com os cristais da Terra

Três co-criações com Água Matriz

 



Código da Sexualidade

1) A prática sexual, tal como se conhece, vai deixar de existir. Para experimentarem a energia da Fonte, os amantes terão de passar por um profundo processo de transformação.

2) Na nova sexualidade, os corpos devem ser entendidos como a expressão do Espírito. Os amantes terão de deixar de operar somente através dos genitais

3) Na linguagem do Espírito, «fazer amor» passará a «fusão sexual» - um portal para o contacto directo com a Fonte, a partir da qual nascem outras realidades.

4) Para experimentarem a fusão sexual cósmica, os amantes devem disponibilizar-se para se transformarem no cadinho onde se renova o processo da Criação.

5) Antes da fusão sexual, os amantes devem fazer silêncio e meditar durante alguns minutos, a fim de convocar a Fonte para o momento e poderem expressá-la.

6) Os amantes devem co-criar a limpeza de todas as memórias e condicionamentos nesta área. O que não corresponder à vibração da Fonte, não poderá continuar a estar presente.

7) Antes da Fusão sexual, ambos os amantes devem começar por um exercício de união dos chacras para que as suas frequências se relacionem harmonicamente.

8) A fusão sexual implica concentração, silêncio e ausência de tabus. Só depois há lugar para a brincadeira e para o diálogo entre os parceiros.

9) O padrão sexual, que garantiu a sobrevivência do ser humano é, agora, o promotor do seu desencanto. A recusa de expressar a vibração da Fonte poderá promover sérias situações de desajuste.

10) Em vez de uma simples penetração carnal, a intensidade da vibração. Não se trata de ausência de prazer, mas de um deleite alargado a todo o corpo.

11) Por se tratar de um acto sagrado, convém que os amantes se fundam sexualmente apenas quando tiverem condições, de tempo e apetência.

 

 

Para as mulheres

Minhas queridas, não se queixem do estado do mundo, porque ele corresponde à vossa situação. Queixam-se de serem mal amadas? Mas, acaso se amam a vós próprias incondicionalmente? Queixam-se do controlo masculino? Mas, acaso não se deixaram e ainda deixam controlar? Para muitíssimas mulheres estar bem com o corpo é uma condição essencial para poderem sentir-se bem e, assim, julgam elas, estarem «prontas para o amor». Mas esse «sentir-se bem» não implica vassalagem aos ditames da beleza, preconizados pela sociedade, como cordas apertadas ao pescoço. Um corpo belo não é, necessariamente, um corpo magro e esbelto. Um corpo belo é aquele que respeita a sua estrutura básica (há mulheres que jamais serão magricelas, porque a sua matriz não o permite) animado por uma consciência irradiadora de amor e auto-respeito. Cabe a cada uma encontrar esse equilíbrio. As mulheres, sem o saberem, transportam uma alma dolorida, fruto de milhares de anos de submissão e nem se apercebem que da origem desse sofrimento. Agora, porém, que todas as distorções, finalmente, estão a desagregar-se, muito desse lixo emergirá. Sugiro que aceitem os efeitos dessa purga; alvitro que chorem todas as dores; aconselho que gritem todas as frustrações. Depois, vejam-se como a encarnação do útero deste planeta e decidam que passarão a gerar apenas amor. Se, hoje, todas as mulheres escolhessem esta via, rapidamente as sociedades denotariam mudanças profundas. Os homens poderão barafustar, mas, como sempre, não tardarão a alinharem ao vosso lado. Este é o vosso poder. ... Vocês nunca serão suficientemente lindas e agradáveis, pois o tipo de beleza, que procuram expressar, é breve por carecer da eterna juventude. Dessa forma, a «eterna juventude» não pode existir porque, ao respeitarem apenas os padrões físicos, esquecem-se que o corpo é a expressão de algo mais elevado. Se, em vez de aceitarem incondicionalmente o arquétipo do vosso corpo, passarem a encará-lo como um ideal de beleza, não irão longe. Uma coisa deve ficar bem escrita no vosso coração: os outros vão olhar-vos segundo a vibração que emanam. Se se sentirem inseguras e nunca suficientemente bonitas, a beleza fugirá. A beleza corresponde à harmonia que, vinda do fundo da alma, anima a matéria. Não há cirurgia plástica que vos possa dar a luminosidade e a beleza do coração. Todos os aspectos que afectam a relação com o corpo podem ser mudados desde que se disponibilizem para a mudança interna. O que acontecer externamente será o reflexo da transformação interna. Neste mundo, presentemente, a cirurgia plástica é bastante abrangente e eficaz, mas não pode tocar na alma. Estou eu a dizer que não devem corrigir o que, no vosso corpo, vos incomoda e desgosta? Não. Mas não se limitem ao físico. Deixem de tecer fantasias acerca do que é a nova sexualidade e assumam-se como mulheres, no sentido mais amplo do termo. Que as vossas mãos expressem a realidade do vosso coração, qualquer que ela seja. E acabem com essa mania de quererem vaginas estreitas para terem mais prazer! ... Muitas mulheres procuram o «príncipe encantado», o realizador dos seus desejos, o adivinhador dos seus anseios, aquele que saberá o que fazer e onde tocar para as «fazer felizes». Mas desconhecem a natureza do seu próprio corpo e não têm a percepção de quanto ele é sagrado. Se tivessem, tratavam-no melhor e não permitiam que nada o adulterasse.



 

Para os homens

Cada vez é maior a quantidade de homens sujeitos aos ditames da beleza, com que a mulher tem vindo a ser manipulada. E cada vez é maior a tensão no sentido de se prepararem para corresponder às solicitações femininas. Agora, porém, há que avançar para outro patamar. Tudo o que eu disse às mulheres também se aplica aos representantes do dito sexo forte. ... Imensos rapazes e homens sofrem por acharem que o seu pénis não é suficientemente comprido ou largo, nem respeita outras normas do «pénis ideal». Mas, para que querem vocês o maior pénis do mundo (e a vagina mais estreitinha!), se não expressarem a energia da Luz/Amor? Deixem de pensar que devem ter certos dotes físicos, e apercebam-se até que ponto um olhar libidinoso, um comentário grosseiro, um piropo reles ou um reparo desadequado pode ser demolidor para uma mulher. Os homens vêem a mulher como o escape para a sua libido arrebitada, mas desconhecem completamente a natureza da libido da mulher. Estão nas mãos da compulsão, na procura de uma oportunidade para se «aliviarem», mas desconhecem, também eles, o seu corpo. Vivem concentrados no falo e nem sequer imaginam a grandiosa energia contida no seu corpo. Ao relacionarem-se sexualmente, raros são os que não se deixam condicionar pelas experiências anteriores, quer elas derivem do contacto com muitas ou com poucas pessoas.

 


 

O desencontro entre homens e mulheres

A insegurança é o principal factor de inibição e bloqueio, para os amantes. Pensam: se não se faz «assim», então como se faz? Mas não é uma questão de se fazer desta ou daquela maneira, pois todas as expressões são válidas. O problema é que estão condicionados pelo que já viveram, pelo que acham que deve ser, pelo medo de não estarem à altura e por julgarem que vão ser avaliados. Façam um favor a vocês mesmos distanciando-se dessa postura.... No «Éden», homens e mulheres estavam sintonizados e a sua elevação permitia que a fusão sexual fosse um acto de complementaridade e de verdadeira união. Ambos operavam como motores geradores e distribuidores da Luz/Amor da Fonte. Essa vibração, que está de regresso à Terra e não pode ser explicada, simplesmente descerá sobre os casais que se unirem segundo o novo padrão. O coração é o lugar onde um deseja o outro. Mas quando se decidem a relacionar-se desta maneira, surgem imensos tabus e bloqueios. Então, há que soltar e brincar com o assunto, reconhecendo as eventuais dificuldades.





Sobre a homossexualidade

Se a homossexualidade ainda é um problema entre os Humanos da Terra, no século XXI, é porque há um défice de aceitação e de amor incondicional no coração da maioria deles, o que leva, é claro, à segregação, ao racismo, ao xenofobismo, ao niilismo, etc. Não há muito a comentar sobre este tema; o que há a dizer pode ser agregado ao tema “ampliação de consciência espiritual”. … Existem problemas de segregação e preconceitos porque os seres humanos, na sua esmagadora maioria, ainda não têm acesso à sua memória cósmica, ao conhecimento de quem são, de qual é a sua origem, a sua história e o seu passado. Há problemas de segregação e preconceitos porque os Humanos pensam que tudo se resume ao que guardam na memória desta vida. Quando essa situação for alterada e a vibração que eu represento tiver uma presença mais forte na generalidade da população deste planeta, os seres humanos deixarão de se ver como personagens, cada qual com as suas características. Sim, deixarão de se guerrear e odiar. Nessa altura, começarão a ver-se como actores angélicos, que, devido a um conjunto muito complexo de circunstâncias, decidiram encarnar a personagem que representam, tal como fizeram com as outras ao longo dos tempos. … Os Humanos que escolheram a homossexualidade como via de desenvolvimento, bem podiam reconhecer como as coisas funcionam, começando por não se auto-excluírem. O que poderá acontecer a um ser humano que sabe quem é, que reconhece a sua situação como transitória e a Vida como uma sucessão de estados de manifestação? O que pode apoquentar quem ampliou a sua consciência ao ponto de perceber que o jogo é muito mais vasto e complexo – mas também muito mais simples - do que a sua mente terrena consegue analisar? De facto, não poderá acontecer nada, porque ninguém pode fazer nada à Vida! Quando um ser humano monta a sua base na Vida, altera completamente a forma como considera a sua condição física, o seu próprio corpo e as condições em que vive no planeta. Tudo passa a ser entendido através de um ângulo distinto. Aquele que sabe quem é não tem medo! Então, se lhe parece mais ajuizado fazer o jogo da sociedade, não assumindo a homossexualidade (porque não tem condições para isso ou não é o momento apropriado), ele toma essa decisão em paz. Joga o jogo tranquilamente porque não tem medo e, portanto, está em paz consigo mesmo. … Outra coisa que decerto fará é procurar entrar em contacto connosco, com o seu Eu Superior ou com qualquer outra entidade, para ser informado, cada vez mais profundamente, das razões que o levaram a escolher a homossexualidade com um dos aspectos da sua expressão planetária. Toma essa decisão para aumentar o seu grau de serenidade. O que a sociedade pensa, diz ou deixa de dizer, passará a afectá-lo cada vez menos, até ao dia em que desaparecer definitivamente. É verdade que o ser humano não foi feito para estar sozinho, mas também é verdade que contém em si as duas polaridades. Quando essas polaridades estão juntas e passaram pelo matrimónio interno, o padrão de relacionamentos altera-se substancialmente porque a parceria já não é tida como uma necessidade. Há, é claro, duas vias para quem é segregado: 1) Mudar exteriormente para ser aceite pela sociedade; 2) Mudar interiormente sem se preocupar se a sociedade o aceita ou não. São dois ramos, bastante complexos, com muitas vias secundárias, ao dispor de todos. Cada um escolherá de acordo com a sua consciência. A imobilidade, porém, não é recomendável. A paralisação é insana e a espera desaconselhável. É necessário movimento, dinamismo, envolvimento, querer, determinação e humildade para ser capaz de pedir ajuda aos seus iguais e a nós. Cada vez que nos manifestamos não nos esquecemos de vos recordar o seguinte: Estamos ao vosso serviço, mas são os Humanos que têm de solicitar essa ajuda. Comuniquei estas palavras porque vos amo profundamente. Fiquem em paz e até uma próxima oportunidade.

 

 

Sobre o aborto

A questão do aborto existe neste mundo, porque a vossa sociedade considera a morte como um «fim». Portanto, «aborto» é sinónimo de «tirar a vida». Contudo, «tirar a vida» é algo impossível de se fazer em qualquer ponto deste universo. A vida não se tira, nem se dá; a vida é. É como você pegar num cubo de gelo, pô-lo ao Sol, e, com a água a pingar da mão, dizer que tirou a vida à água. No entanto, apenas fez com que a água mudasse de estado. Quando os Humanos evoluírem até alterarem o conceito de «morte», passarão a ter essa mudança de estado como um momento de extrema felicidade e de júbilo, como um motivo de festa e de exortação, em vez de fazerem como é hábito. Quando atingirem esse ponto de evolução, o problema do aborto deixará de fazer sentido. É uma falsa questão, baseada em premissas erradas, espiritualmente falando. É um velho problema, que se prende apenas com questões de ética e moral religiosa. Nada mais do que isso. … À luz das leis do funcionamento do mundo 3D, físico, do planeta Terra, quando alguém passa ao estado de inconsciência permanente, vocês acham que a vida acabou. Morreu, dizem. Mas não convém que você avalie um processo extradimensional à luz das leis tridimensionais, pois, dessa prática, apenas resultarão discrepâncias. Nós sabemos como é complicado conciliar duas coisas inconciliáveis, mais a mais num tempo de simplificação. … Cada dimensão de consciência tem o seu estatuto, o seu regulamento e seu padrão de funcionamento. Tem leis, digamos assim. Portanto, seguindo por esse caminho que têm vindo a trilhar, jamais resolverão o problema do aborto, e de todas as suas questões periféricas, como, por exemplo: «Quando é que o Espírito/alma entra no corpo?» Todo esse complexo será resolvido quando introduzirem factores novos no contexto da problemática em discussão. Mas esses novos factores terão de provir de uma dimensão superior àquela onde a polémica existe. Se tal não fizerem, jamais de aproximarão da forma como as coisas realmente funcionam. … A população da Terra está fraccionada em diversos grupos de pressão, consoante as suas convicções. Os que defendem o aborto estão de um lado, os que o atacam estão do outro. A Igreja quer uma coisa, alguns partidos políticos querem o mesmo que a Igreja, mas outros querem algo diferente, enquanto as organizações civis, genericamente, não concordam nem com uns, nem com outros. Ou seja, ninguém se entende. Nem vão entender-se, enquanto não mudarem as consciências para um nível que integre as leis interdimensionais. Doutra forma, não conseguirão pôr-se de acordo. Por muitos referendos que façam, não resolverão nada, porque os eleitores continuam a pensar da mesma maneira. Por esse andar, a evolução é tão lenta, tão lenta, que se «acaba o tempo» antes de almejarem uma solução para o problema. ... Em relação a este tema - e muitos outros – os Humanos tendem a comportar-se como se espreitassem por uma frincha: vêem apenas uma parte do que existe para ver. Como não vêem mais do que conseguem ver, concluem que o que vêem é tudo quanto há para ver. Portanto, tiram conclusões - e redigem leis! - com base apenas no que conseguem ver. Não é que esteja errado: se não conseguem ver mais, é natural que funcionem com base no que vêem. Mas precisam de saber que, por estarem limitados, existe muito mais do que aquilo que vêem. Esta imagem define bem os Humanos tridimensionais, que espreitam por uma frincha: se não vêem ninguém no espaço abrangido pela sua visão limitada, dizem que a sala está vazia! No entanto… Uma coisa é o que vêem, outra coisa, bem diferente, é o que existe.

 

 


 

Exercício da teia com os cristais da Terra

Este exercício, em duas partes, destina-se preferencialmente às parcerias afectivamente estabelecidas por casamento, namoro prolongado, convivência não oficializada (na mesma casa ou em casas separadas), etc. Outros conceitos de «parceria estabelecida» ficam ao critério dos interessados. Cada um saberá se o seu caso pode ser considerado como «parceria afectiva». ... No caso de outro tipo de parcerias (sociedade/empresa, contactos ocasionais, amizade, familiares, etc.) os interessados devem abster-se da segunda parte do exercício, por ela envolver a área da sexualidade. Podem, no entanto, fazê-lo individualmente, como se estivessem sozinhos. ... No caso de este exercício vir a ser praticado no contexto de grupos de meditação ou de outro género, as «parcerias estabelecidas» presentes farão o exercício entre si, enquanto os outros praticarão individualmente, como se estivessem sozinhos. ... Se este exercício tiver sido executado, durante algum tempo, por um casal que acabou por se separar, ambos devem fazer, antes de encetarem uma nova relação, a sequência explicada no texto «As três co-criações», apresentado mais abaixo. ... Contudo, este exercício também pode ser praticado por qualquer pessoa, de forma individual (ou por aqueles/as cuja parceria se mostrar indisponível) desde que respeite as necessárias adaptações sugeridas no texto.

* * *

O objectivo da primeira parte deste exercício é criar uma teia vibracional entre os membros do casal, capaz de evitar a intrusão de qualquer vibração estranha vinda do exterior. A segunda parte visa activar, através do cristal respectivo, a tarefa na qual se baseia a razão de as duas pessoas estarem juntas. Este exercício deve ser feito em parceria, pelo menos uma vez por semana, seja qual for a natureza do relacionamento e do compromisso assumido.

(Também pode ser feito individualmente, quando não houver possibilidade de ser compartilhado. Neste caso, leia ambas as partes do texto no singular, e não no plural tal como está apresentado para parcerias.)

 

1ª PARTE

(No caso de estar sozinho, limite-se a visualizar os seus chacras no posicionamento respectivo.)

- Sentem-se frente a frente, o mais chegado possível, de maneira a que as pernas fiquem em contacto.

- Fechem os olhos e descontraiam-se durante um ou dois minutos.

- Imaginem-se dentro de uma bolha de energia cor-de-rosa, delimitada por uma película prateada.

- Sintam-se seguros dentro desse espaço, durante alguns minutos.

- Imaginem um feixe de luz vermelha, paralelo ao chão, ligando os chacras raiz, na base da coluna vertebral.

- Depois de +/- três minutos, imaginem um feixe de luz cor-de-laranja, ao nível do umbigo.

- Depois de +/- três minutos, imaginem um feixe de luz amarela, ao nível do estômago.

- Depois de +/- três minutos, imaginem um feixe de luz verde, no centro do peito

- Depois de +/- três minutos, imaginem um feixe de luz azul, ao nível da garganta.

- Depois de +/- três minutos, imaginem um feixe de luz índigo, no centro da testa.

- Depois de +/- três minutos, imaginem um feixe de luz violeta, no alto da cabeça.

Antes de continuarem, procurem visualizar o quadro completo das sete «pontes» energéticas, cada qual da sua cor, ligando os chacras.

 

2ª PARTE

(No caso de estar sozinho, não tem de introduzir qualquer alteração, excepto ler o texto no singular, como fez com a primeira a parte)

- Comecem por sentir a força telúrica da Terra debaixo dos pés, como se a Terra fosse uma imensa esfera irradiadora, em cima da qual estão sentados.

- Sintam a «flor» da Terra a abrir-se. Os milhões de «pétalas» são realmente cristais de luz, contendo os padrões de todos os tipos de existência da Terra.

- Visualizem o cristal correspondente à matriz da vossa relação/missão e do vosso amor/união a destacar-se do conjunto, através da irradiação de uma poderosa luz branca e cristalina, que é «sugada» pelos vossos chacras raiz.

- Lentamente, essa energia vai subindo pela coluna vertebral, chegando a todos os chacras.

- Essa onda, enviada pela «Mãe», acaba por sair pelo alto da cabeça, em direcção ao espaço interdimensional.

- Depois de ter encontrado as vossas essências mais profundas e de ter sido fecundada pela energia do «Pai», na mais alta dimensão, regressa prenhe de novas incumbências.

- Ao entrar pelo alto da cabeça, derrama-se lentamente por todos os vossos corpos e sistemas.

- Esta viagem da luz cristalina da «Mãe», depois de fecundada pelo «Pai», termina no coração, onde se aloja e onde encontra um Lar para crescer e desenvolver-se.

- Voltem a visualizar a bolha inicial, repleta de energia cor-de-rosa, reparando que a película que a delimita está agora espelhada pelo lado de fora.

- Agora, qualquer «ataque» vibracional, vindo do exterior, será reflectido e devolvido amorosamente ao remetente sob a forma de um desafio de crescimento.


Três co-criações com Água Matriz

Esta sequência de operações pode ser efectuada por qualquer pessoa, em qualquer situação de vida, quer conheça ou não o nosso trabalho, teórica ou praticamente. Contudo, ela é indispensável no caso de haver experiências afectivas no seu passado, mais ou menos bem sucedidas, o que acontece na maior parte dos casos de ambos os sexos. É igualmente fundamental no caso de guardar memórias de uma relação afectiva durante a qual praticaram o «Exercício da teia com os cristais da Terra», acima proposto. Assim, eis o procedimento da sequência das «Três co-criações com Água Matriz»:

- Recolha-se num ambiente tranquilo, leve consigo uma garrafa pequena de água mineral, concentre-se e escreva numa folha de papel o texto da primeira intenção:

Através desta Água Matriz, que agora programo, declaro a minha intenção de ver eliminados todos os votos de castidade e de «amor eterno», que alguma vez tenha proclamado diante de alguém ou de alguma instituição. Que sejam removidas todas as resistências à implementação da minha intenção. Que eu seja preparado para beneficiar completamente dos resultados. Muito obrigado.


- Depois de escrita esta declaração - que conviria ler em voz alta, de forma convicta - embrulhe a garrafa nessa folha de papel e enterre-a durante uma semana.

- Ao enterrar a garrafa, a água irá absorver a Energia Matriz irradiada pela Mãe Terra, o que aumentará a sua capacidade de satisfazer aquilo que reivindicou no texto de intenção.

- O ideal será enterrar a garrafa no chão. Não sendo possível, use um vaso (de barro ou plástico), que encherá com terra e porá ao ar livre. Cuide que a garrafa fique totalmente coberta de terra, a tampa inclusive.

- No mesmo dia da semana seguinte, desenterre a garrafa, verta o seu conteúdo num garrafão de 5 litros de água mineral, misture bem e comece a tomar um copo de manhã, à tarde e à noite, pelo menos. Quiser, pode beber mais do que aqui é sugerido.

- Quando esgotar o conteúdo do garrafão, espere três dias e repita o processo com o texto da segunda intenção.

Através desta Água Matriz, que agora programo, declaro a minha intenção de ver eliminadas as memórias traumáticas e as impressões vibracionais deixadas por todas as relações experimentadas nesta e noutras vidas. Que sejam removidas todas as resistências à implementação da minha intenção. Que eu seja preparado para beneficiar completamente dos resultados. Muito obrigado.

- Quando esgotar o conteúdo deste segundo garrafão, espere três dias e repita o processo com o texto da terceira intenção.

Através desta Água Matriz, que agora programo, declaro a minha intenção de ver criadas as condições para me adaptar aos novos padrões na área da sexualidade. Que sejam removidas todas as resistências à implementação da minha intenção. Que eu seja preparado para beneficiar completamente dos resultados. Muito obrigado.

- É aconselhável que só você beba a água que preparou, pois estas intenções são específicas da sua conjuntura de vida.

- Se, durante o período de toma, ou nos dias seguintes a ter terminado, sentir algum tipo de perturbação (o que pode não acontecer) na tensão arterial, no ritmo de sono, no apetite, no aparelho digestivo, na disposição anímica, etc., não se preocupe. Trata-se de uma breve reacção do organismo.

* * *

Estes dois exercícios são uma extensão de um dos nossos trabalhos, o seminário «Amor… ou dança de hormonas». Apesar de terem sido concebidos para esse contexto, não há qualquer inconveniente em serem divulgados a todos aqueles que, por qualquer motivo, não podem estar presentes sempre que facilitamos este trabalho. Por conseguinte, se este texto lhe chegou às mãos, pode divulgá-lo electronicamente (e-mail) ou por fotocópia a quem achar que poderá estar interessado neste prática. Muito obrigado.


Conclusão

"Repara na contradição: os seres humanos vivem cada vez mais tempo, mas rebocam cada vez mais doenças. Os seus corpos estão desnutridos e desvitalizados, devido a uma «agricultura intensiva», que só atrofia em vez de fazer desabrochar. Falta-lhes a energia vital doada pela Terra. Afastados de si, sem expectativas nem amor, como querem que por eles flua algo de positivo e agradável? Todos podem desfrutar da sua sexualidade, porque essa expressão não está relacionada com a idade. Em qualquer idade pode ocorrer fusão sexual, porque ela não depende do afluxo de sangue ao pénis ou à vagina, ou a outros pontos erógenos. Pode haver fusão sexual de nível «cósmico» sem a participação dos genitais, porque se trata de uma coisa do coração. Não confundam os órgãos e a posição que eles ocupam no corpo!"


Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa

 

 

 

 

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