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Foi-nos sugerido que acrescentássemos, a este sítio um botão intitulado «Testemunhos». A mensagem, que enviámos para a nossa lista de endereços electrónicos, dizia assim: «Se acaso já viveu alguma experiência inesperada, no âmbito da cura ou do reencontro do equilíbrio, que considere como uma consequência dos nossos trabalhos, pedimos que nos envie o relato do que se passou.» ![]() Eis aqui o resultado dessa colaboração, sem quaisquer comentários da nossa parte. … Se costuma assistir aos nossos trabalhos, esta página está aberta ao seu testemunho. Basta enviar um
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- Na poda da vinha - «Gomas» brancas e urticária - Uma «queimadura» na omoplata! - Altos na cabeça ............... novo - Uma aventura do foro urológico
Queridos amigos, vou contar-vos uma história real, que se passou comigo e que terá alguma relação com o vosso trabalho: No dia 18 de Janeiro de 2009 fiz a Aplicação da Energia Matriz em Lisboa, com o Vitorino de Sousa e a Esmeralda Rios. Foi o meu primeiro contacto próximo com estes dois seres, embora já seguisse o seu trabalho há algum tempo através da Internet. Foi muito interessante, embora durante o trabalho eu não tivesse sentido nada de especial. As palavras eram simples e as mensagens eram semelhantes a outras que eu já tinha lido, embora ditas de outra forma e com uma energia muito própria. Em casa, segui a meditação proposta na «Aplicação da Energia Matriz». No último dia da primeira semana do reequilíbrio do arquétipo masculino, pelo meu pénis saíram dois pedaços de uma substância mole, castanha, que nem tive coragem de observar bem, seguidos de sangue. Descarreguei o autoclismo para aquilo desaparecer depressa. Nessa noite sangrei bastante. Contudo, nunca senti a menor dor, nem qualquer desconforto.
Fiquei confuso e perguntei-me: «Mas o que é que se está a passar comigo? Ando eu em busca de reequilíbrio e, agora, acontece-me isto?» Falei com um amigo enfermeiro e logo ele me arranjou receitas para todos os exames necessários: ecografia dos rins, da bexiga e da próstata, um TAC abdominal (podia ser um cancro), e marcou-me uma consulta no Hospital de S. José (Lisboa) com um urologista de renome. … Comecei pelo TAC, no dia 10 de Fevereiro. Bebi água que me fartei, juntamente com uma substância contrastante. Como, mesmo assim, o aparelho não detectava nada, tive de levar uma injecção de contraste; continuava a não se detectar nada e o doutor perguntou-me porque é que eu tinha ido fazer aquele exame. Foi para mim a confirmação do que eu já sabia: eu estava mais saudável que nunca. No entanto, e por respeito ao meu amigo, que me arranjara todas aquelas receitas, fui fazer as ecografias no dia seguinte. Resultado: rins perfeitos, bexiga e próstata perfeitas. … Na semana seguinte, depois de ter os relatórios de todos os exames, fui à consulta com o urologista. Contei-lhe o que se tinha passado e dei-lhe os exames, que ele observou e leu com atenção. Ao fim de algum tempo respondeu-me: «Sabe o que é que o meu amigo tem? O que lhe vou dizer é muito difícil a um médico dizer peremptoriamente, mas o amigo não tem nada! Não tenho nenhuma suspeita de nada. Tive muito gosto em o conhecer. Boa tarde.» Ainda lhe perguntei o que se teria passado, tendo ele levantado meia dúzia de hipóteses, sem sentido para mim. Sim, afinal, era eu quem sabia da minha história.
- Na poda da vinha Olá Amigos
No dia seguinte, fui para a zona do Douro fazer a poda da vinha. Comecei às 8h00 da manhã para aproveitar bem o dia, em contacto directo com a natureza, já que trabalho num escritório. Passadas cerca de 2 horas comecei a sentir umas sensações por todo o corpo, como se tratasse de cansaço, o que não tinha muita lógica se comparado com situações similares ocorridas anteriormente. Então, ouvi uma voz interna que disse: «Pára e deita-te no chão!» Pensei: «Mas eu estou aqui para trabalhar, não para estar deitado no chão». Só que as sensações esquisitas no corpo ficaram mais intensas e eu acabei por me deitar no chão, em cima da erva. Passados cinco minutos, sentindo-me bem, disse cá para mim: «Bem, vou mas é continuar a trabalhar». Voltei a subir para um cavalete, com cerca de um metro de altura, com um degrau a meio, para poder chegar às vides mais altas. A certa altura, quando ia a descer do cavalete, quando ia a pôr o pé no degrau, qual não é o meu espanto quando sinto o pé a ser puxado para fora do alcance do degrau… e aí vou eu directamente para o chão, dando uma queda com a qual não estava a contar. Nem um arranhão ou nódoa negra, o que me deixou a pensar. Percebi logo que tinha de voltar a deitar-me no chão, agora por mais tempo. Deitei-me. A determinada altura, ouço uma voz que me diz: «Agora descalça-te e coloca os pés directamente sobre a erva!» Assim fiz e ali fiquei bastante tempo. Quando senti que já era suficiente sentei-me e comecei a calçar-me e a pensar: «Agora o que vou eu fazer?» E novamente ouvi a voz a dizer: «Agora não vais podar, faz outra coisa que seja útil!» Fui apanhar lenha. No final de tudo isto fui para casa. Estava sem fome e com uma enorme vontade de me deitar. Fui para a cama sem jantar, pouco passava das 19h00, e dormi até às 7 da manhã. … De manhã, terça-feira de Carnaval, voltei a ir para o campo para continuar a poda, agora acompanhado por uma irmã e um amigo que nos ia ajudar. Começámos a trabalhar e, passado algum tempo, recomecei a sentir as sensações no corpo. Tive de parar e deitar-me de imediato no chão. Só que, agora, tinha dois observadores do processo, que começaram a achar aquilo muito estranho. Estabilizei e voltei ao trabalho. Passado pouco tempo, comecei a arrotar de uma forma bastante estridente, sem conseguir dissimular. Foi tão intenso que tive de parar novamente e voltar a deitar-me no chão. De repente chegaram vómitos. Depois de vomitar fiquei mais equilibrado e voltei ao trabalho. À hora de almoço, a minha irmã, preocupada, fez-me um arroz branco, pois eu já estava com uma série de doenças em cima de mim. Enquanto isso, tive de me deitar em cima de um cobertor, no chão da casa. Depois do almoço voltei ao trabalho, sempre com sensações esquisitas no corpo, pequenos arrotos, agora acompanhados de gases e arrepios. Jantei e regressei a Matosinhos pois, no dia seguinte, tinha de ir para o escritório. Mas, de madrugada, surgiu uma forte diarreia, como já não me lembrava, que persistiu durante toda a manhã. Só consegui estabilizar por volta das 17h00. Ainda fui ao escritório, mas regressei a casa passado pouco tempo. A minha vontade era dormir. E, sem jantar, fui deitar-me. No outro dia acordei estabilizado e como se nada se tivesse passado. Até ao dia de hoje, praticamente duas semanas depois, só os gases continuam activos. … Esta foi a forma como o passeio à zona de Dornes me tocou e actuou em mim. Fica este meu testemunho, se for útil a alguém. O meu muito obrigado pela atenção.
Uma «queimadura» na omoplata. Vou-vos relatar a minha experiência desde que vos conheci: Quando estive convosco na consulta (15.04.09) recomendaram-me um exercício de limpeza com Água Matriz. Entretanto fui ao vosso site e vi outros exercícios que também me chamaram atenção. Depois, a vossa palestra mexeu muito comigo. Parecia que, ao falarem, exprimiam por palavras muitas coisas que eu já tinha sentido mas que não sabia como falá-las. Acho até que nunca tinha questionado se alguma vez pudessem ser faladas. Quando cheguei a casa recolhi-me e de coração desejei que tivesse cada vez menos medo. Pedi ajuda, nem sei bem a quem, o entendimento para perceber aquilo que se passa à minha volta. No dia seguinte eu e o meu marido arranjámos duas garrafinhas de água que levámos para um sítio especial, no meio de vegetação luxuriante de Laurissilva (Floresta Endémica da Madeira), perto de onde vivemos. Nessa noite não pude dormir, com muitas dores. Toda a minha omoplata esquerda doía num ardor infernal. Sentia como se tivesse uma faca a rasgar os tecidos entre a omoplata e a coluna. Era como se me estivessem a arrancar a pele de cima do osso da omoplata. Não liguei à situação, pois pensei que era mais uma dor, uma vez que nessa semana já tinha estado de diarreia e já tinha tido um torcicolo também no lado esquerdo do pescoço. Mas esta dor continuava. De manhã estava com febre, e reparei que a pele por cima da omoplata tinha ficado empolada como uma queimadura. Nem lhe conseguia tocar. Mais junto da axila apareceu um caroço. Nessa semana continuei com dores na omoplata e a pele sempre empolada. Acho que descobri o que é sentir “arrancar a pele”. Uma semana depois recolhemos as garrafas e fizemos como nos sugeriram no exercício. Ao longo da semana passada notei que a pele por cima da omoplata já não estava tão quente; agora estava a escamar e tinha dores no peito do mesmo lado. Durante toda a semana fui perdendo a pele velha. Foi como se eu tivesse tido mesmo uma queimadura. O caroço, entretanto, desaparecera. Agora só sinto um leve incómodo na omoplata e no peito. Durante tudo isto nem pensei ir ao médico porque senti que ir não resolveria nada. Iam-me fazer perguntas para as quais nem eu mesma sabia a resposta, resolvi por isso esperar apara ver o que ia acontecer. Se tinha aparecido, vindo do nada, também acabaria por desaparecer. … Esta foi até agora a minha experiência. Desejo-vos um dia muito feliz. Altos na cabeça Eu sou uma das pessoas que estiveram integradas no passeio aos Açores (Março 2009). A razão pela qual estou a dar o meu testemunho é que, há uns meses atrás, eu fiz a co-criação da retirada de todas as minhas resistências e, um mês antes da viagem, comecei a ter dores no pescoço. No princípio não liguei porque, às vezes, tenho dores nas articulações e, devido à idade, pensei que era normal. Fiz co-criação para que passassem. Depois disso, andei uns dias melhor, outros dias pior. Só doía quando me levantava da cama, pela manhã. Eu até culpava a almofada ou a posição como dormia. Numa das noites, quando já me encontrava nos Açores, senti dores na zona da nuca, no pescoço e na parte de trás da cabeça. Passados dois dias, já no continente, apareceram-me uns altos na parte de trás da cabeça, que doíam bastante. Tinha até alguma dificuldade em me pentear e em deitar a cabeça na almofada da cama. É raro consultar o médico, mas como as dores eram fortes, fui ao médico de família, o qual me receitou um anti-inflamatório para tomar enquanto tivesse dores. As dores permaneceram duas semanas.
Coragem
De há uns tempos para cá durmo menos horas e, devido a isso, acordo muito cedo. Então, aproveito para meditar. Um dia aconteceu algo diferente. De um momento para o outro comecei a ouvir um barulho estranho. Sou sincera, fiquei com medo, mas comecei a rezar mentalmente. Quando acabei as orações comecei a ouvir uma voz muito doce que me dizia para eu ter muita coragem. Depois que isso aconteceu comecei a pensar na palavra «coragem». Eu, como muitas pessoas, tenho muitos medos, e de certeza que é daí que vem a minha dificuldade em falar sobre a espiritualidade a algumas pessoas da minha zona. Mas a partir dessa altura creio que esse medo acabou e hoje quase todos os dias atraio pessoas para falar desse tema. |